Modelos britânicas criam sindicato e exigem proteção contra assédio
Endereço da página: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u404686.shtml
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Se você não consegue mudar o Mundo, então mude de mundo.
Provérbio Popular.
A vida profissional inicia em nossas vidas sempre por uma necessidade, seja ela financeira, social ou até mesmo acadêmica. Adentramos ao mercado de trabalho sempre como forma de suprimirmos uma área de nossa vida, seja assumindo muitas vezes uma função nos negócios da família; o apelo também em casa ou na necessidade acadêmica pelo primeiro emprego ou estágio, exigibilidade legal nas universidades e no mercado; e, principalmente, pela necessidade financeira, de já termos o nosso dinheiro, nosso “ganha-pão”, e ajudarmos (e até mesmo sustentando) nossa família.
Quando neste ingresso, por sermos muito novos de idade e inexperientes no mercado, temos muito mais gaz do que conhecimento, o que nos leva a ter mais garra pela defesa de nossa razão e argumentos. Queremos ter nossa opinião respeitada, nossas idéias seguidas, precisamos de afirmação naquilo em que acreditamos ou passamos a acreditar, pois não tivemos tempo suficiente para firmarmos um pensamento tão próprio e fundamento, que seja ileso a ser contrariado e desmintido. Daí vem as calorosas discussões nos grêmios escolares e universitários, cujo partidarismo é buscado como tábua de referência e afirmação destas idéias, pois ainda nos falta capacidade completa para tê-las como verdade. Sempre, nesta fase entramos em embates ideológicos, que mais tarde, por muitas vezes, iremos ver, que foram inócuos e descabidos, exarcebados e sem nexo.
Nesta fase com certeza sempre queremos ter razão! E ela, conforme a intensidade desta firmação de personalidade pessoal, profissional, de crescimento, irá repercurtir em muitos outros anos, que ainda virão. Temos inclusive ainda profissionais, que mesmo atingindo a maturidade pessoal e profissional, fazem questão de não deixar esta fase e ainda, daí já mais egocentricamente, defendem seus pontos de vista calorosamente, sempre em busca de sair vitorioso da conversa ou da discussão, com a razão ao seu lado.
E a experiência, nos estudos de casos e de termos vistos durante nossa vida profissional, que esta defesa incessante por se ter essa razão, leva a muitas pessoas e profissionais, a angariar inimizades e desafetos. Pois, as pessoas infelizmente em sua maioria ainda levam tudo para o lado pessoal. Pensam que tudo, que se fala são contra a pessoa delas, o que na verdade o tom de crítica só queiram atribuir ao seu lado profissional e não pessoal. E a razão se faz preponderar e, também na maioria dos casos, destemperar, tirar do sério qualquer um, que seja mais passional, ou que momentaneamente apresente desequilibrio no relacionamento pessoal.
Em contrapartida, a tendência natural é que ocorra, com a passagem dos anos de vida e de profissão, as pessoas consigam estabelecer maior discernimento do que realmente agregue valor ao seu trabalho e até a sua vida pessoal. Que é o fator de ser feliz, de estar bem, de conviver harmoniosamente, e que necessariamente não seja de concordância com tudo, um mero expectador ou “bobo da corte”, em sorrir para tudo, ser complacente.
Mas, a opção de ser feliz parte do fato de se preparar com boas argumentações, se firmar profissionalmente com maior expertise que seus pares no mercado profissional e ser, por isso, referência para muitos que buscam uma opinião séria e segura. Estar tranquilo em quaisquer que sejam as circunstâncias, pois se está devidamente preparado, acima da média, para no momento oportuno, falar quando chamado e apresentar soluções, que em sendo profissionais, levarão aos melhores resultados.
Optar por ser feliz profissionalmente, cria uma ambiência também em sua vida pessoal, pois gera reflexos na qualidade de vida deste profissional como ser humano. Sem se abster dos problemas cotidianos que sempre ocorrem, e que servem de combustível para o aprimoramento e a competição do mundo econômico globalizado.
Por muitas vezes, nós que convivemos no stress das grandes cidades, como São Paulo, não precisamos estar emocionalmente sintonizados com esta vibração desgastante, contudo devemos ser feliz com a sua dinâmica ágil e competente. Por outro lado, se convivemos numa cidade pacata no interior do País, devemos ser felizes com a sua ponderação de que tudo tem a sua hora, porém também não nos deixemos cair no marasmo da acomodação e deste conforto, imprimindo assim um ritmo ágil, dinâmico e eficaz o suficiente para estarmos sintonizados com o Mundo dos Negócios e que gere negócios.
Como dois amigos que tenho, em que um diz: “Saí de São Paulo, fui para o interior, mas São Paulo não saiu de mim... tudo tem que ser rápido, para ontem...”; enquanto outro retruca: “Mas rapaz, para que ser pressa se temos prazo, o que vale é o planejamento e não o estresse...”
Enfim em busca deste equilíbrio, embora difícil, mas não impossível é que perguntamos: Você quer ser feliz ou ter razão?!
Pense nisso, inclusive sobre o que você quer para a sua empresa e sua família...
Conte conosco e Sucesso! Até a próxima semana!
$ CONTA CORRENTE $
$ Os dados oriundos dos bastidores econômicos mostra-nos vários sinais de alerta, os quais trazemos brevemente aqui. O País está perdendo a oportunidade de se remontar, fortalecer sua infra-estrutura, quanto as estradas, sistemas elétricos e formação bruta de capital fixo, esta através do setor privado. Que aliás atua, produtivamente, neste três segmentos. A estabilidade aparente e o fluxo de capitais entrantes no País, poderiam estar rentabilizando a infra-estrutura. Contudo, o País desperdiça tempo e com isso forma em cenários, dos mais otimistas aos mais pessimistas, de pontos de estrangulamento, gargalos fenomenais, além da carga tributária já existente sobre o setor produtivo. Que possamos agir, renvindicando ações urgentes para a reversão do que possa parecer vir por aí, que como exemplo citamos, nova fase de apagão elétrico, ao qual já se pronuncia, segundo fontes do setor, ainda para este ano. É o momento é (ou deveria ser) de ação.
$ É incrível o relaxamento no uso de nossa língua e vocabulário no ambiente profissional e em nossa sociedade. Infelizmente, o português é assinado a cada instante, a cada entrevista, a cada pronunciamento. Erros monumentais, aos quais transitam, desde os “pôblemas” até os “entendeno”, “cidadões”, e expressões como “... os papéis é esses...”. Um total despreparo até para quem ostenta títulos de mestres, doutores e professores, que são responsáveis pela formação de outras pessoas. Alertamos a todos para a importância do uso adequado da língua portuguesa, que apesar dos pesares de ser difícil, quando bem pronunciada, causa melhor entendimento entre todos que a ouvem.
Responderemos semanalmente as suas dúvidas pelo email marrcaretail@hotmail.com. Envie sua dúvida sobre finanças, negócios, gestão empresarial e carreira profissional.
17/06/2008 - 17h00 - Atualizado em 17/06/2008 - 17h18

O caso dos três jovens encontrados mortos num lixão da Baixada Fluminense no fim de semana, depois de serem detidos por um grupo de 11 militares do Exército, teve repercussão na imprensa internacional, que, além de reproduzir notas distribuídas por agências de notícias, publicou reportagens próprias enviadas por seus correspondentes no Brasil.
O site da inglesa BBC destacou os protestos contra o Exército e detalhou que "muitas das favelas do Rio são controladas por poderosas gangues do narcotráfico".
O "Clarín", maior diário argentino, comentou que o caso "dá forma pela primeira vez a um enfrentamento oculto entre os dois corpos de segurança" (polícia e Exército). O jornal faz menção ainda ao fato de que o Exército, tido como uma alternativa para conter "a crescente violência no Rio", pode ter tido sua imagem manchada no episódio.
O jornal espanhol "El País", por meio do correspondente Juan Arias, noticiou que "as favelas da cidade brasileira do Rio de Janeiro, sempre martirizadas, estão revoltadas e indignadas".
O chileno "El Mercurio" afirma que o caso "comoveu a opinião pública brasileira", em reportagem cujo tema principal era a prisão de Odinei Fernandez da Silva, inspetor da Polícia Civil suspeito de comandar a tortura a uma equipe de jornalistas do jornal “O Dia” há um mês, na Favela do Batan, em Realengo, na Zona Oeste do Rio.

Odinei se entregou à Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e o fato também foi noticiado por meios de comunicação fora do Brasil. O site da americana ABCNews dá detalhes a respeito em uma extensa reportagem intitulada "A ascensão das milícias no Rio - Como policiais viraram criminosos na luta contra os traficantes da cidade mais famosa do Brasil".
Logo no início do texto, a autora Sonia Gallego informa que "de acordo com números oficiais, a violência ligada às drogas no Rio mata três vezes mais menores de idade que (os menores mortos) em Israel e no território palestino.
Música: Amaurílio Fontenelle
Alegria é viver feliz
Sem importar qual a situação
Se honrado, ou se humilhado
Em escassez ou fartura de pão.
Alegria é poder pedir
Ao Deus bendito pelo meu irmão
É viver no mesmo sentimento
De afeto e de consolação.
Alegria é saber que Deus
Segundo a Sua glória e riqueza
Vai suprir nossas necessidades com certeza
Alegria é tudo perder
Sem perder nada do amor de Deus
Ter de Cristo o conhecimento nos caminhos Seus.
Alegria (alegria, alegria)
Alegria (todo dia, todo dia)
Essa alegria no Senhor nunca vai acabar.
Alegria (alegria, alegria)
Alegria (todo dia, todo dia)
Ele nos faz tanto o querer como o realizar.

Ao acaso foi incerto
Foi assim que aconteceu
A história da Esperança
Que um dia faleceu
Caminhando pela vida
Lá estava a Esperança
Foi quando se deparou
Com a amiga Confiança
“-Não confio mais em ti!”
Confiança disse à amiga
“-Porque me abandonastes?”
“Destruístes minha vida!”
“-Minha amiga o que diz?”
Esperança respondeu
“Nunca a abandonei!”
“Acho que não entendeu!”
“-Sim é claro que entendi!”
Confiança interrompeu
“-Você não existe mais!”
“Para mim você morreu!”
“-É verdade que morri!”
“Mas só no seu coração!”
“Só quem acredita em mim
Tem o poder da minha mão!”
Assim foi acontecida
Triste morte da Esperança
No pequeno coração
Da amiga Confiança
E assim como morreu
Na querida amiga dela
Esperança também morre
Em quem não acredita nela
Murilo Saldanha da Silva
Fonte: Site de Poesias
Fernando Pessoa
| I
Beber a vida num trago, e nesse trago II Alegres camponeses, raparigas alegres e ditosas, Mas eu como entrarei naquela vida? III Melodia vaga IV Já não tenho alma. Dei-a à luz e ao ruído, V Perdido VI Toda a alegria me gela, me faz ódio. VII tua inconsciência alegre é uma ofensa VIII Triste horror d'alma, não evoco já IX Ó vestidas razões! Dor que é vergonha Entre o teu corpo e o meu desejo dele Ah, que hábito recluso de pensar Tanto fechei à chave, aos olhos de outros, X O horror metafísico de Outrem! XI Um corpo humano! XII ................................................. Sinto horror XIII Com que gesto de alma XIV Não me concebo amando, nem dizendo XV Quando se adoram, vividos, Mas eu, ao conceber-me amando, sinto Nunca, senão pensando no amor, XVI Vendo passar amantes XVII O amor causa-me horror; é abandono, E eu tenho do alto orgulho a timidez Abandonar-me em braços nus e belos Uma nudez qualquer — espírito ou corpo — XVIII [...] eu mesmo XIX Seria doce amar, cingir a mim XX É isto o amor? Só isto? [...] [P'ra] isto deixei eu a vida antiga Um cansaço violento e desmedido XXI — Amo como o amor ama. Se te vejo não sei quem sou: eu amo. XXII Pra que te falar? Ninguém me irmana XXIII Reza por mim! A mais não me enterneço. |
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Composição: Pedro Ayres Magalhães
Haja o que houver
Eu estou aqui
Haja o que houver
espero por ti
Volta no vento ô meu amor
Volta depressa por favor
Há quanto tempo, já esqueci
Porque fiquei, longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor...
Eu sei quem és
pra mim
Haja, o que houver
espero por ti...
Há quanto tempo, já esqueci
Porque fiquei, longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor
Eu sei quem és
pra mim
Haja, o que houver
espero por ti...
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